
Stone Sour é a banda paralela do vovalista Corey Taylor (Slipknot). E como gosto de dizer: “É uma versão Soft Porn do Slipknot”, o que não quer dizer que não seja extremamente pesada.
O Stone Sour (nomeado após uma bebida alcoólica consistindo de uma parte de Whisky, um pouco de suco de laranja e um mix azedo) foi formado originalmente em 1992 por Corey Taylor e o ex-baterista Joel Ekman. Amigo de Corey há muito tempo, Shawn Economaki juntou-se ao grupo como baixista.
A banda tocou em clubes e bares com diferentes guitarristas – muitas vezes ocupando essa vaga para apenas um show. Durante esse tempo, o Stone Sour gravou duas fitas-demo, em 1992 e 1994. Logo depois em 1995, James Root, entrou na banda.
O grupo estava completo, e em 1996 gravaram outra fita-demo, com músicas nas quais iriam ser usadas futuramente, no album auto-intitulado de Stone Sour.
Já entrou e saiu integrantes, como toda banda, mas parece que agora a banda continua firme e forte. E essa semana irá divulgar um anúncio(que eu espero muito que seja uma turnê e passe pelo Brasil ou talvez um novo cd).
E é justamente desse ‘primeiro’ CD que vou falar:

Get Inside: Não tinha como começar um CD com uma faixa mais ‘pancada’ . É o tipo de música que vem para mostrar o por que a banda veio e para o que veio.
Orchids: Uma mudança radical de ritmo, que de início você chega a pensar que é até outra banda. Mas a música vai crescendo até explodir.
Cold Reader: Outra música que começa bem de leve e os mais desavisados podem até aumentar o volume… Não aconselho. hehe
Blotter: Tem seus bons momentos (entenda som mega pesado), mas é uma das mais calminhas do cd.
Choose: Escutar o início da música com o fone de ouvido é muito interessante, você sente o som indo de um lado para o outro e passando por trás de sua cabeça. Mas é uma música bem leve.
Monolith: Guitarras pesadas de início. E vai subindo e depois cai. Mas é uma música que poderia muito bem tocas nas rádios.
Inhale: Outra música feita para as rádios, com seus momentos pesados e rápidos.
Bother:Essa música estava na trilha do Homem-Aranha. E é uma das baladas do cd. Mostrando o por que do Soft Porn do slipknot.
Blue Study: Iniciozinho de bateria que engana os marinheiros de primeira viagem. Mas tem uma batida gostosa de ouvir… até explodir e ficar tudo melhor.
Take A Number: Musiquinha leeeeveeeeee, até sua namorada suporta ouvir.
Idle Hands: Para mim uma das mais sem graças do CD inteiro. É legalzinha de ouvir, mas se não tivesse não faria falta.
Tumult: Hehe uma música com esse nome… calma não pode ser né.
Omega: Não é nem uma música. Apenas Corey divagando sobre alguns assuntos. Mas é engraçada de ouvir.
Rules of Evidence: A batida dessa música é o tipo de batida que você espera o show inteiro para entrar naquele bate cabeça.
Wicked: A guitarra dessa música é muito pesada, mas só também.
Inside the Cynic: Grito a lá Slipknot. Velocidade, peso… e isso define a música.
Kill Everybody: Sério…outro título que não precisa falar muito sobre a música. Outra que poderia ter ido para as rádios. Só tem um barulho, de algo tipo um porco que me irrita profundamente.
Road Hogs: Essa nem parece o Corey cantando. A voz está grave e tudo mais, mas em um tom diferente.
E essa é minha opinião sobre o primeiro CD do Stone Sour. Se eu gosto da banda? Vejam aí:

Hehe… quase nada. Espero que vocês passem a conhecer e gostar também! Pois são três cds muito bons.
Abaixo vejam o clipe de Get Inside:









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