Aqui estão os projetos mais marcantes da história da música, na minha opinião, e que tinham como verdadeiro objetivo dar um chute inicial para tentar resolver os problemas de pobreza e fome, do que encher o bolso de dinheiro.
Em 1984 Bob Geldof e Midge Ure criaram o subgrupo de artistas irlandeses e britânicos de nome Band Aid que tinha o objetivo de, através da gravação do compacto de Natal “Do They Know It’s Christmas?“, arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia. Produzido por Trevor Horn, o compacto atingiu seu objetivo e apareceu como mais vendido em seu lançamento. Os fundos arrecadados geraram a Banda Aid Trust que enviou o dinheiro para combater a fome. No ano seguinte, nos EUA, um grupo de 45 artistas norte-americanos liderados por Harry Belafonte, Kenny Rogers, Michael Jackson e Lionel Richie se uniram sob o nome USA for Africa (United Suport of Artists for Africa) para a gravação do compacto “We Are The World” que, em abril do mesmo ano, foi sucesso nas paradas britânicas. Parte do que foi arrecadado, foi revertido para a USA for Africa Foundation e enviado a África para ajudar as vítima da fome e doenças.


O projeto de Geldof e Ure foi alem, ainda mais depois da aparição da USA for Africa e de tantos outros pelo mundo que decidiram abraçar a mesma causa, nascia então em 1985 o Live Aid, um concerto organizado por Geldof e Ure com o mesmo objetivo da Band Aid mas com uma diferença. Dois concertos realizados ao mesmo tempo em diferentes partes do mundo, um no Wembley Stadium (Londres) e o outro no JFK Stadium (Filadélfia). Estima-se que o concerto tenha sido assistido por aproximadamente 1,5 bilhão de espectadores em mais de 100 paises, entre eles 99.000 pessoas que estavam no JFK e 82.000 que estavam no Wembley. O concerto foi transmitido integralmente, em mono, pela rede BBC de Londres e trechos dele por emissoras como a MTV a cabo, em estereo. O montante final do Live Aid superou, e muito, as expectativas de todos os envolvidos. Estimava-se inicialmente 1 milhão de libras de arrecadação mas, quando fecharam o caixa, 150 milhões de libras foram arrecadadas para o fundo de ajuda aos famintos da Etiópia, o que rendeu alegrias ao criadores do projeto.

Projetos como a Band Aid, a USA for Africa e, seu produto, o Live Aid tem que ser tomados como exemplo e nunca “morrer”. O Live Aid continuou a emocionar e a instigar esse sentimento de ajuda nas pessoas. Após, tivemos o Live 8, em 2005, que ocorreu, em todos os paises do G8 e na África do Sul, antes do 31° encontro do G8 e coincidindo também com o 20° aniversário do Live Aid. Em paralelo com o movimento britânico Make Poverty History o Live 8 teve o objetivo de pressionar as potências do G8 a perdoar a dívida externa dos paises mais pobres do mundo, alem de negociar o aumento e a melhora da ajuda e a criação de regras comerciais mais justas que respeitassem os interesses dessas nações.

Ainda hoje personalidades do mundo da música que ajudaram a fazer do Live Aid o sucesso que foi, continuam fazendo sua parte para erradicar a pobreza do mundo. Bono Vox, vocalista do U2, Paul McCarteney, Sting, integrantes do Queen, entre outros, são conhecidos por agir ativamente dentro do campo de caridade e ajuda aos paises pobres da África e do mundo.
A música pode sim ser um caminho para mudar o mundo, qualquer coisa pode ser um caminho para mudar o mundo. Basta que nós, humanos, querermos que seja.
“Siuraundi és iujual”












A música pode sim ser um caminho para mudar o mundo, qualquer coisa pode ser um caminho para mudar o mundo. Basta que nós, humanos, querermos que seja.
Um dos seus melhores posts, Potter! Show de bola!
a primeira vez que fique sabendo do live 8 foi um balsamo para minha alma é algo maravilhoso o que eles fizeram , no mesmo dia minha mae foi na locadora e pegou os 4 dvds pra vermos e aparter dali fizemos um proposito de rezar pela a africa amo a africa e creio que um dia vou poder fazer algo, mudou alguma coisa em mim apartir da quele dia.
fou incrivel o que fizeram , eu me trasformei como ser apartir da quele dia hoje rezo constantemente pela a africa