Jonathan Davis fala sobre o Ozzfest
O pessoal do G1 conversou com Jonathan Davis, o vocal do Korn, no sabado (5) após a apresentação da banda na Ozzfest 2008. Confiram abaixo um trecho da entrevista do G1:
G1 – O que achou do show deste sábado?
Davis – Foi fantástico, grandioso. Tinha muitos fãs do Korn lá. É difícil abrir para alguém como o Ozzy, que tem tantos fãs fervorosos, mas acho que mostramos a que viemos e conseguimos deixar os fãs do Korn felizes. Foi incrível.
G1 – Dá para arriscar uma comparação com as apresentações do Korn em 2002 no país? Você ainda se lembra?
Davis – Eu me lembro. Os shows de 2002 eram só nossos, num lugar fechado, com todos os fãs do Korn empacotados em um só lugar. As pessoas passavam por cima das outras, se espremiam nas barricadas, foi insano. Queremos voltar e fazer um show só nosso. Estar aqui é fantástico.
G1 – Você conseguiu dar uma volta por aí?
Davis – Tocamos no Rio, dois dias atrás, e consegui dar uma de turista em Copacabana. Sempre que tenho tempo, vou conhecer os lugares.

Jonathan Davis (Foto por: Daigo Oliva/G1)
G1 – Você mencionou há pouco no palco que Ozzy foi muito importante na carreira de vocês. Como tem sido sair em turnê com ele, tocando com alguém que é um ídolo?
Davis – É ótimo. Toda vez que vejo ele andando pelos corredores e ele vem “Ei, Jonathan, como vai?” e me dá um abraço, eu penso “Caramba, é o Ozzy!”. Quer dizer, eu cresci vendo o cara na TV, tenho os discos dele, ele é responsável por inventar o metal, foi do Black Sabbath… o que eu posso dizer? É uma viagem. Eu ainda me belisco. O cara e sua mulher nos deram tantas chances, nos colocaram na estrada. Ele sempre fez isso por muitas bandas. Alice in Chains, Pantera, você escolhe. Todos abriram para o Ozzy e devem a ele parte do sucesso.
Alem das perguntas sobre o show, a equipe do G1 apanhou Davis em seu lardo NERD, e apaixonado por Video games:
G1 – Para encerrar, vamos fugir um pouco do tema: você continua sendo um grande fã de videogames?
Davis – Sim, com certeza!
G1 – O que você tem jogado?
Davis – “World of warcraft” é o meu favorito agora. É de longe o videogame mais divertido que eu já joguei, porque você nunca ganha. Você trabalha constantemente em um objetivo, e, quando aquele objetivo é atingido, surge um novo. O jogo muda sempre, você pode conhecer pessoas, montar guildas. É simplesmente o futuro de como os games deveriam ser.
G1 – E você consegue arrumar tempo para jogar “WOW”?
Davis – Sim, porque fico sentado aqui o dia todo quando não estou fazendo shows. Faço minhas tarefas diárias, fico com a minha guilda, coisas assim.
G1 – Já jogou “Rock band” ou “Guitar hero”?
Davis – Sim, joguei muito “Guitar hero”. É divertido, mas não tem nada a ver com tocar guitarra de verdade (risos). É totalmente diferente.
Davis afirma que ainda não acredita no que aconteceu, na forma como as coisas aconteceram, em como foi fantástico preparar o terrano para chegada de Ozzy, imagina se ele soubesse de tudo que aconteceu, de todas as pessoas que eles realmente cativaram e impressionaram, ele não faz idéia de como o show foi PERFEITO para os fãs e para os não fãs. Eu que não sou, ou não era, um apreciador da banda Korn me empolguei, pulei e gritei em “We Will Rock You” do Queen e o pouco que sabia de “Freak on a Leash” (2002 Follow the Leader) e “A.D.I.D.A.S.” (1999 Life is a Peachy). Davis impressionou a mim, ao Toad e a muitos outros presentes com sua versatilidade e com sua força nos vocais em uma base para microfones super estilizada, ficam aqui meus comprimentos à H.R. Giger, Davis mostrou ser dono de mais de uma voz e mostrou com alto gabarito que todas elas são muito fortes.

Não vou me cansar de dizer que Korn teve uma apresentação sensacional, uma guitarra forte e agressiva, um baixo nas alturas, onde cada batida de cordas fazia com que o peito pulasse e os ouvidos abrissem completamente e uma bateria que impressiona a qualquer um. Eu tenho certeza que o baterista é um cara muito sussa, porque ele espanca a bateria de uma forma que deixa até uma certa dó do instrumento viajando na mente.
Um show fantástico, apresentações inesquecíveis, lágrimas e amigos reunidos. Obrigado Milla, Jana, Toad, Yuri, Marcelo e Laís.
“Siuraundi és iujual”
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Realmente, o show foi fantástico, memorável!!!
Beijos,Potter!!!