Scorpions – Humanity Eletro Acoustic Tour 2008 – São Paulo

São Paulo, 06 de setembro de 2008. Está ai um dia  do qual eu JAMAIS esquecerei.

Não existe palavra melhor que memorável para definir o ESPETÁCULO dado pelo quinteto alemão Scorpions no dia 06/09 no interior do Credicard Hall. A mistura perfeita de ritmos, canções e músicos. Klaus Meine pegou na guitarra e mostrou que não é só o vocalista da banda e ainda Andreas Kisser (Sepultura) que me fez ter orgulho dos músicos brasileiros, mais do que já tenho, tocando lado a lado com o queridinho da mulherada Matthias Jabs durante a parte acústica.

O show foi uma verdadeira viagem no tempo e claro, pelo maiores sucessos da banda. O show começou com Intro (Finalzinho de Humanity) seguida por Hour I (2007), Comming Home (1984), Bad Boys Running Wild (1984), The Zoo (1980), Coast to Coast (Aqui entra Andreas e me faz ter orgulho de verdade!) (1979), No Pain No Gain (1993), esse setlist deu fim à primeira parte elétrica do show. A parte acústica começou com Always Somewhere (1979) e fez valer cada centavo do ingresso. Depois vieram na ordem: Holyday (1979), Send me An Angel (1990), Tease me Please me (1990), Loving you Sunday Morning (1979), Wind of Change (1990) e Rhythm of Love (1988) que “encerrou” o show acústico, mas Klaus tinha que surpreender. Ele parou o show para homenagear uma das backing vocals que estava fazendo aniversário. A linda jovem chorou como uma criança.

A última parte do show, está sim verdadeiramente híbrida, com cada música sendo tocada de uma forma diferente, foi simplesmente FODA. 321(2007) abriu a última parte do show que seguiu com: Blackout (1982), Big City Nights (1984), Still Loving You (1984), Humanity(2007) e uma linda mensagem de preservação da Amazônia e do nosso planeta como um todo. Rock you Like a Hurricane (1984) foi tocada com todos os convidados e para encerrar de forma maestral ainda com os convidados no palco, A Moment In A Million Years (1999) deu um fim emocionante ao show.

Alem do setlist impressionante houveram outras coisas que ficaram marcadas para sempre como, por exemplo o que ficou apelidado de Kottak Attack, um solo de bons minutos de James Kottak, com participação especial da mulher de Kottak, destruindo a bateria que surpreendeu muito o público. Confiram os videos (desculpem a gritaria e a tremedeira mas, além de empurrado e apertado, EU ESTAVA MALUCO!)

Abertura (Intro + Hour I)

The Zoo

Kottak Attack

Valeu cada centavo gasto, cada minuto em pé na fila, a gripe do domingo, a dor de cabeça de hoje e TUDO para ficar gravado para SEMPRE na memória.

Confiram todas fotos aqui!

“Siuraundi és iujual”



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